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domingo, 23 de março de 2014

Moacir de Lucena - 100 anos.

CONVITE
O Presidente da União Brasileira de Escritores - UBE/RN
– ROBERTO LIMA DE SOUZA e o Presidente da Academia Norte-Rio-
Grandense de Letras – DIÓGENES DA CUNHA LIMA convidam Vossa
Senhoria e família para o Centenário do Escritor Moacir de Lucena
(depoimentos e exposição) a transcorrer no dia 27 de março, às 19h, no
auditório da Academia Norte-Rio-Gradense de Letras – ANL.
Local: ANL - Rua Mipibu, 443 - Petrópolis
Hora: 19h
Data: 27.03.2014 (quinta-feira)

segunda-feira, 17 de março de 2014

Do poeta João Bosco de Araújo.

PRA MEU AMOR MEIO CHEIO DE BLUS E BLUSA AZUL!
João Bosco de Araújo
Jornalista  boscoaraujo@assessorn.com
Foto: Miria Rafela/com exclusividade
 
 
Blusa, blus, azul, numa noite de lua
Cheia de amor por um blus azul de lua cheia!
Leia, lua ‘meia’ por um blus azul de blusa azul
Cheio o copo de lua azul, meio copo de luz e blus!
 
 
 
 
 
 
 
©2014 www.AssessoRN.com | Jornalista Bosco Araújo

Você gosta do BBB e de Pedro Bial?

Cordel que deixou Rede Globo e Pedro Bial indignados
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cid:1.218661223@web113509.mail.gq1.yahoo.com

Antonio Barreto nasceu nas caatingas do sertão baiano, Santa Bárbara/Bahia-Brasil.

Professor, poeta e cordelista. Amante da cultura popular, dos livros, da natureza, da poesia e das pessoas que vieram ao Planeta Azul para evoluir espiritualmente.

Graduado em Letras Vernáculas e pós graduado em Psicopedagogia e Literatura Brasileira.

Seu terceiro livro de poemas, Flores de Umburana, foi publicado em dezembro de 2006 pelo Selo Letras da Bahia.

Vários trabalhos em jornais, revistas e antologias, tendo publicado aproximadamente 100 folhetos de cordel abordando temas ligados à Educação, problemas sociais, futebol, humor e pesquisa, além de vários títulos ainda inéditos.

Antonio Barreto também compõe músicas na temática regional: toadas, xotes e baiões.
Descrição: Descrição: Descrição:
cid:2.218661224@web113509.mail.gq1.yahoo.com
BIG BROTHER BRASIL UM PROGRAMA IMBECIL.
Curtir o Pedro Bial
E sentir tanta alegria
É sinal de que você
O mau-gosto aprecia
Dá valor ao que é banal
É preguiçoso mental
E adora baixaria.
            
Há muito tempo não vejo
Um programa tão 'fuleiro'
Produzido pela Globo
Visando Ibope e dinheiro
Que além de alienar
Vai por certo atrofiar
A mente do brasileiro.
            
Me refiro ao brasileiro
Que está em formação
E precisa evoluir
Através da Educação
Mas se torna um refém
Iletrado, 'zé-ninguém'
Um escravo da ilusão.
            
Em frente à televisão
Longe da realidade
Onde a bobagem fervilha
Não sabendo essa gente
Desprovida e inocente
Desta enorme 'armadilha'.
            
Cuidado, Pedro Bial
Chega de esculhambação
Respeite o trabalhador
Dessa sofrida Nação
Deixe de chamar de heróis
Essas girls e esses boys
Que têm cara de bundão.
            
O seu pai e a sua mãe,
Querido Pedro Bial,
São verdadeiros heróis
E merecem nosso aval
Pois tiveram que lutar
Pra manter e te educar
Com esforço especial.
            
Muitos já se sentem mal
Com seu discurso vazio.
Pessoas inteligentes
Se enchem de calafrio
Porque quando você fala
A sua palavra é bala
A ferir o nosso brio.
            
Um país como Brasil
Carente de educação
Precisa de gente grande
Para dar boa lição
Mas você na rede Globo
Faz esse papel de bobo
Enganando a Nação.
            
Respeite, Pedro Bienal
Nosso povo brasileiro
Que acorda de madrugada
E trabalha o dia inteiro
Da muito duro, anda rouco
Paga impostos, ganha pouco:
Povo HERÓI, povo guerreiro.
            
Enquanto a sociedade
Neste momento atual
Se preocupa com a crise
Econômica e social

Você precisa entender
Que queremos aprender
Algo sério - não banal.
            
Esse programa da Globo
Vem nos mostrar sem engano
Que tudo que ali ocorre
Parece um zoológico humano
Onde impera a esperteza
A malandragem, a baixeza:
Um cenário sub-humano.
            
A moral e a inteligência
Não são mais valorizadas.
Os "heróis" protagonizam
Um mundo de palhaçadas
Sem critério e sem ética
Em que vaidade e estética
São muito mais que louvadas.
            
Não se vê força poética
Nem projeto educativo.
Um mar de vulgaridade
Já tornou-se imperativo.
O que se vê realmente
É um programa deprimente
Sem nenhum objetivo.
            
Talvez haja objetivo
"professor", Pedro Bial
O que vocês tão querendo
É injetar o banal
Deseducando o Brasil
Nesse Big Brother vil
De lavagem cerebral.
            
Isso é um desserviço
Mau exemplo à juventude
Que precisa de esperança
Educação e atitude
Porém a mediocridade
Unida à banalidade
Faz com que ninguém estude.

É grande o constrangimento
De pessoas confinadas
Num espaço luxuoso
Curtindo todas baladas:
Corpos "belos" na piscina
A gastar adrenalina:
Nesse mar de palhaçadas.
            
  Se a intenção da Globo
É de nos "emburrecer"
Deixando o povo demente
Refém do seu poder:
Pois saiba que a exceção
(Amantes da educação)
Vai contestar a valer.
            
A você, Pedro Bial
Um mercador da ilusão
Junto a poderosa Globo
Que conduz nossa Nação
Eu lhe peço esse favor:
Reflita no seu labor
E escute seu coração.
            
E vocês caros irmãos
Que estão nessa cegueira
Não façam mais ligações
Apoiando essa besteira.
Não deem sua grana à Globo
Isso é papel de bobo:
Fujam dessa baboseira.
            
E quando chegar ao fim
Desse Big Brother vil
Que em nada contribui
Para o povo varonil
Ninguém vai sentir saudade:
Quem lucra é a sociedade
Do nosso querido Brasil.
            
E saiba, caro leitor
Que nós somos os culpados

Porque sai do nosso bolso
Esses milhões desejados
Que são ligações diárias
Bastante desnecessárias
Pra esses desocupados.
            
A loja do BBB
Vendendo só porcaria
Enganando muita gente
Que logo se contagia
Com tanta futilidade
Um mar de vulgaridade
Que nunca terá valia.
            
Chega de vulgaridade
E apelo sexual.
Não somos só futebol,
baixaria e carnaval.
Queremos Educação
E também evolução
No mundo espiritual.
            
Cadê a cidadania
Dos nossos educadores
Dos alunos, dos políticos
Poetas, trabalhadores?
Seremos sempre enganados
e vamos ficar calados
diante de enganadores?
            
Barreto termina assim
Alertando ao Bial:
Reveja logo esse equívoco
Reaja à força do mal.
Eleve o seu coração
Tomando uma decisão
Ou então: siga, animal.
            
FIM

sexta-feira, 14 de março de 2014

"Grande Ponto" será lançada na noite de hoje, 14.



Divulgação


A terceira edição da Revista Grande Ponto será lançada nesta sexta-feira, 14, às 18h, durante as comemorações do Dia Nacional da Poesia, na Pinacoteca do Estado, no Centro Histórico de Natal. A publicação que vem contanto um pouco da História de Natal enfoca vários assuntos importantes da cidade.

Durante décadas escutamos e vimos publicações que o único interesse do governo americano em se instalar em Natal durante a 2ª Grande Guerra Mundial teria sido por causa da localização geográfica da cidade com relação ao continente africano. Não era bem assim. Mércia Carvalho pesquisou e descobriu que os americanos tinham outras opções e Natal foi escolhida porque, somado a essa condição, tinha também salubridade. Ou seja, era uma cidade totalmente saneada desde 1939 e servia de modelo para todo o País. A última guerra de trincheira também contabilizava muitas mortes por doenças...

O Aero Clube, segundo matéria do Jornal A República voltava-se para  “a sociedade de alta distinção e elegância”. Gabriela Siqueira conta um pouco da História desse clube criado em 1928, até hoje em funcionamento no bairro do Tirol, apesar de estar completamente desfigurado com relação a sua arquitetura original.

Rosário
Conheça uma pouco da Igreja do Rosário, da Irmandade dos Negros, pela visão histórica e atual de Luís da Câmara Cascudo, que a descreve no seu livro A História da Cidade do Natal “como pequenina, pobre, com sua torrezinha quadrada, sua imposta no frontão, ao gosto melancólico dos velhos oratórios, e que passa sem registro nas crônicas de outrora...”

Serviço
Revista Grande Ponto
Praça Sete de Setembro, SN, Pinacoteca do Estado
Dia Nacional da Poesia, 14 de março de 2014, ás 18h
Distribuição Gratuita
Patrocínio: Cosern

quinta-feira, 13 de março de 2014

Um jeito de mudar o mundo.

"14/03 - DIA NACIONAL DA POESIA!"
PARABÉNS AMIGOS E AMIGAS POETAS!

JEITO DE MUDAR O MUNDO...

O poeta faz dos versos sua morada
Nela arquiva seus poemas em seleta
Cria nuances pra musa predileta
E rende homenagens à lua amada.

O alicerce da casa do poeta
É a poesia... Virtual! Dedicada
A paz, a vida, a labuta e reservada
Ao cabal amor, sua arma mais secreta.

Cantar, versar, rimar, ação preferida
Desse artista. Pinta arte pra que cative
Os ímpios pelas vitrines desta vida.

A sua casa permanece firme e livre...
Porque se a morte vil lhe roubar a lida,
A saga do poeta nos livros vive!!!

15/10/2009 - D I L S O N - NATAL/RN.
PUBLICADO NO RECANTO DAS LETRAS
Enviado por DILSON POETA em 13/03/2014
Código do texto: T4726788

quarta-feira, 12 de março de 2014

Analfabetizando-se (ou Eu e o Outro) A Roberto Lima, um poema de Ana Maria Cortez Gomes.


Ana Maria Cortez Gomes

Analfabetizando-se (ou Eu e o Outro) A Roberto Lima, um poema de Ana Maria Cortez Gomes.
Não olho o outro
Ele não me ignora
No meu pensamento
O outro está ausente
Eu sou alfabetizado
O outro não
Eu posso elevar a voz
Para o outro responder
Posso comer à vontade
Do que o outro me prepara
Escuto música erudita
Sem compartilhar com o outro
Minha vida está repleta
O amanhã desconhece o outro
O outro sorri
Sem saber o porquê
Se eu sou feliz
O outro será
O outro preenche a minha vida
Na maneira do seu viver
Eu me analfabetizo
Para viver com o outro
O outro se apaga
Para comigo viver
Meu viver com o outro
Dilui-se numa só vida
Juntos viveremos
Do porque não sabemos

domingo, 9 de março de 2014

Porque amo ler.

(Depoimento em forma de poema)

Araceli Sobreira Benevides*

    A palavra que vem do Outro...
    A enorme procura.
    A ânsia de viver outras vidas,
    de não ser eu mesma,
    mas, ao mesmo tempo,
    ser, sem ser a mesma...

    Palavras outras, palavras minhas,
    substanciadas em conteúdos
    devorados, trocados,
    sonhados, re-colhidos...

    Um amor despertado em
    páginas-mundos agitados,
    removidos,
    rememorados,
    transportados para outra esfera,
    que me trazem para o aqui,
    o agora e o porvir, também.

    Enxergar melhor o que em mim é o mesmo,
    o diferente, o disperso, o ausente, o silêncio.
    Em lendo, emergir na voz interna que grita:
    “Corre, vá, mundo afora...”
    Embora esteja presa neste corpo que apenas gira a página.

    Em lendo, transformar-me em tudo.
    Embora os olhos se retraiam, míopes, cansados.
    Outros olhos, não mais perdidos:
    Só brilho, encanto, mito.

    E as palavras?
    Lendo-as, torno-as minhas,
    Recebo-as em pensar, em colheitas fartas,
    Em compartilhar.
    Escrevendo-as, retiro de mim o que me doaram.
    De um jeito entraram,
    de outro jeito saem: fluidas, mágicas, plurais em tom, rimas, canto e coro.

    Lendo-as, relendo-as,
    um amor eterno, juvenil,
    antes mítico, hoje meta.

    Devorar o mundo das letras,
    Sendo voraz nessa fome sem fim: ler, ler, ler!

*Poetisa. Contista. Professora de Língua Portuguesa e Literatura da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte. Autora do livro “O Chamado – ou um cântico para a liberdade e outras poesias”. Pesquisadora da área de Leitura e Formação Docente.

- Com post na página da autora

quarta-feira, 5 de março de 2014

Versos infelizes.

INVERSÃO DE VALORES
A Lei de Talião, olho por olho dente por dente,
Dizem que é barbárie não agrada muita gente.
Mas impõe ao povo a vergonha e a moralização;
Está certo quem mata no nosso Brasil querido,
Errado é o homem coerente bastante sofrido,
Esta verdade dói, mas, está na administração.

Os Direitos humanos são bem elaborados,
Mas nunca protegem os homens de bem,
Sempre apóiam qualquer homem errado;
E não procuram cuidar do que fica refém,
Se você tiver roubado um milhão ou cem,
Tem imunidade não pode ser prejudicado.

Matar um bandido é crime inafiançável,
Matar um policial; para o bandido é agradável,
O coitado deixa a família sem proteção;
A família do bandido tem direitos humanos,
Direitos do coitado do policial são desumanos,
 Deixa a família a ver navios na amplidão.

A polícia serve apenas para assistir baderna,
Do mascarado ladrão que se entoca em caverna,
Depois de assaltar o banco, o ônibus e se gloriar;
Com armas de grosso calibre amedrontando,
Qualquer um que seja contra ele sai matando,


Se for preso tem auxílio reclusão para se sustentar.

 J. Miguel

Nota: poema enviado por Argemiro Cunha.

E haja felicidades!

VERSOS FELIZES!

Hoje que a paz em meu coração more
Apertos de mãos firmes me ofereça
Pinte a amizade na minha cabeça
Pra mim seja leal, por mim sempre ore!

Agora, com seus abraços me aqueça
Me paparique, me mime, me adore,
Todos os meus sentimentos explore
Dê-me as felicitações que eu mereça!

Na vida de poesia que assim se fez
Quando nasci marquei no meu diário:
"Março", por Deus, o mais abençoado mês!

É só procurar no calendário
Que dia é hoje? Repare... é dia três...
O dia do meu aniversário!!!

03/03/2013 - D I L S O N - NATAL/RN.

PUBLICADO NO RECANTO DAS LETRAS
Enviado por DILSON POETA em 01/03/2014
Código do texto: T4710888